Arquitetura de solução agêntica
Um agente orquestrador é responsável por interpretar a intenção do usuário e coordenar a execução da solução. Dependendo da complexidade e do nível de especialização necessário, ele pode adotar diferentes abordagens arquiteturais:
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Arquitetura baseada em Skills: o orquestrador concentra a inteligência principal em seu prompt de sistema e ativa Skills especializadas para executar capacidades específicas.
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Arquitetura baseada em Subagentes (Multiagente): o orquestrador mantém um conjunto reduzido de instruções e delega a execução para agentes especialistas conectados, cada um com seu próprio conhecimento, ferramentas e lógica de raciocínio.
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Arquitetura Híbrida: combina Skills e Subagentes, utilizando Skills para capacidades operacionais e reutilizáveis, enquanto delega domínios complexos ou altamente especializados para agentes dedicados.
Algumas regras que ajudam a decidir:
1. Precisa de personalidade/papel próprio?
Exemplo: Tenho uma situação complexa e quero que diferentes perspectivas analisem o problema antes de o agente me aconselhar.
SIM → provável subagente, pois esse caso têm muito mais valor.
Se for apenas: Análise alguma coisa.
NÃO → provável Skill.
2. Precisa de uma base de conhecimento independente?
Por exemplo: Agente Gestão de Pessoas precisa pesquisar:
- Políticas de RH
- People no Analytics
- Framework da liderança
- Desenvolvimento
Enquanto: Agente Estratégia precisa pesquisar:
- OKRs
- Estratégia
- Portfólio
- Planejamento
SIM → provável subagente
3. Precisa de ferramentas/permissões diferentes?
Por exemplo:
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- Agente A consulta Jira
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Agente B consulta sistema RH
- Agente C consulta Power BI
SIM → provável subagente, pois é um forte argumento para separar agentes, especialmente quando existem diferentes privilégios e controles de segurança.
4. Esse especialista poderia existir sozinho?
Esse é um ótimo teste. Imagine:
“Especialista em Gestão de Pessoas poderia ser usado também por um agente de Gestores?” Sim.
“Especialista em Estratégia poderia ser usado também por um agente Executivo?” Sim.
SIM → pode fazer sentido, porque agentes especializados podem ser reutilizados por diferentes agentes principais.
Agora: “Preparar uma retrospectiva.”
NÃO → Isso é uma capacidade → Skill.

5. O maior erro é transformar tudo em subagente
Você aumenta:
- orquestração;
- handoffs;
- compartilhamento de contexto;
- testes;
- governança;
- permissões;
- manutenção.
A Microsoft recomenda atenção específica a governança, passagem de contexto e permissões em arquiteturas com subagentes conectados, então tenha uma razão arquitetural real para multiagente, em vez de apenas transformar uma lista de competências em agentes.
Arquitetura Híbrida
Segue exemplo:


Os ZIPs de Skills são justamente onde essa arquitetura modular começa a virar implementação de verdade.
Exemplo de arquivos skills.md zipados para incluir nas habilidades do Agente:

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- O que essa Skill faz?
- Quando deve ser utilizada?
- Qual fluxo deve executar?
- Quais referências consultar?
- Como deve responder?
Dentro das Skills que realmente precisam você coloca: references/assets/scripts/. Você não é obrigada a ter as três pastas. Elas existem para organizar tipos diferentes de conteúdo dentro de uma Skill.

scripts/ só porque apareceu no exemplo.
Informações sobre a autora: Jacqueline é Agile por experiência e entusiasta de IA. Sempre evoluindo! https://www.linkedin.com/in/jacqueline-mba-e-pmp
